Para ministrar aulas de capoeira o Mestre, Contra-mestre e/ou Instrutor deve estar filiado a uma entidade federativa desportiva.
Lei estadual nº 3008 de 09/07/98
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Fala presidente!

Amigos capoeiristas, a Federação de Capoeira Desportiva do Estado do Rio de Janeiro vem ao longo desses anos buscando projetos e procurando qualificar a capoeira com políticas públicas. Ajudamos aprovar em Brasilia o reconhecimento da Capoeira como Patrimônio Cultura Brasileiro, e está em discussão também a Profissionalização da Capoeira, propostas que foram tiradas no 1º e 2º Congresso Nacional de Capoeira...
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RECO-RECO
Reco-reco é um termo genérico que indica os idiofones cujo som é produzido por raspagem. No Brasil, a forma mais comum é constituída de um gomo de bambu ou uma pequena ripa de madeira com talhos transversais. A raspagem de uma baqueta sobre os talhos produz o som.
Outro tipo de reco-reco consiste numa caixa de metal com duas ou três molas de aço esticadas sobre o tampo, contra as quais é friccionada uma baqueta de metal. Nesse modelo, é possível utilizar-se da reverberação prolongada nas molas após a friccção ou abafá-las com a mão que segura a caixa. Em alguns modelos, a caixa possui um orifício inferior, permitindo que o istrumentista altere a reverberação interna ao tampar e destampar o orifício, semelhantemente ao que é feito com a cabaça de umberimbau.
O reco-reco também é conhecido como raspador, caracaxá ou querequexé.
Existem ainda diversos modelos de reco-reco, desde os mais simples, como os raladores nos quais se esfrega uma baqueta metálica, até os mais complexos, como o amelê baiano, constituído de uma pequena caixa de madeira com uma mola de aço estendida, que é friccionada por tampinhas de garrafa enfiadas em uma vareta de ferro.

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